Persiste a ilusão de que as ideologias existem,quando apenas existem diferentes narrativas para sustentar o poder e este é, como sempre na história, de quem tem o dinheiro e as armas. Nos tempos mais recentes, talvez último milénio, tem sido sobretudo de quem tem o dinheiro (que também compra as armas), com alguns interregnos armados, a que resolveram chamar ditaduras. Estas são, no tempo histórico, relativamente curtas porque, até a curto prazo, prejudicam seriamente o lucro.Quando o dinheiro governa e controla as armas, o regime, convencional e genericamente, chama-se democracia.Para os idealistas (sonhadores) que acham a democracia uma coisa maravilhosa cheia de direitos (e sobretudo sem a chatice de ter de cumprir deveres, porque vai contra a liberdade) sugiro uma visita breve à maravilhosa Atenas do sec. V ac para verificarem que as mulheres não tinham voto na matéria (assim por alto 50% da população), os não nascidos em Atenas também não. Os escravos também não. Assim, grosso modo, o poder seria partilhado talvez entre 10% da população.E hoje, quem é que efectivamente manda?Ah! Sim. Há por aí umas pequenas ditaduras que servem de pretexto para fabrico e venda de armas e que só existem porque o dinheiro tem interesse em que exista. De caminho servem de bode expiatório para qualquer míssil teleguiado. E se a ditadurazinha não cumprir o seu papel, não há problema, arma-se um qualquer grupo de “terroristas” e já está tudo justificada. Aqui todas as ideologias, inclusive as religiosas, estão implicadas. É que existir, implica desde logo um compromisso. Implica escolher um lado. Ou melhor, a ilusão de que se escolhe um lado, porque na verdade, além de não se escolher nada, porque para lá se é empurrado, os lados não existem porque apenas há a omnipresença do poder do dinheiro, seja da pura especulação financeira, do tráfico de droga, do tráfico humano, de qualquer tráfico que dê lucro.Agora que já estão quase prontos a dizer que talvez haja nisto alguma razão, varram-no para o esquecimento, o que dá o mesmo resultado dos que já disseram que o gajo é parvo.Quem ainda vai morrer de tanto rir vai ser o nosso amigo Vladimir Putin.Ah! Só para chatear mais um bocadinho. Sabem de onde vem a gasolina que gastam?
Persiste a ilusão de que as ideologias existem,quando apenas existem diferentes narrativas para sustentar o poder e este é, como sempre na história, de quem tem o dinheiro e as armas. Nos tempos mais recentes, talvez último milénio, tem sido sobretudo de quem tem o dinheiro (que também compra as armas), com alguns interregnos armados, a que resolveram chamar ditaduras. Estas são, no tempo histórico, relativamente curtas porque, até a curto prazo, prejudicam seriamente o lucro.
Quando o dinheiro governa e controla as armas, o regime, convencional e genericamente, chama-se democracia.
Para os idealistas (sonhadores) que acham a democracia uma coisa maravilhosa cheia de direitos (e sobretudo sem a chatice de ter de cumprir deveres, porque vai contra a liberdade) sugiro uma visita breve à maravilhosa Atenas do sec. V ac para verificarem que as mulheres não tinham voto na matéria (assim por alto 50% da população), os não nascidos em Atenas também não. Os escravos também não. Assim, grosso modo, o poder seria partilhado talvez entre 10% da população.
E hoje, quem é que efectivamente manda?
Ah! Sim. Há por aí umas pequenas ditaduras que servem de pretexto para fabrico e venda de armas e que só existem porque o dinheiro tem interesse em que exista. De caminho servem de bode expiatório para qualquer míssil teleguiado. E se a ditadurazinha não cumprir o seu papel, não há problema, arma-se um qualquer grupo de “terroristas” e já está tudo justificada. Aqui todas as ideologias, inclusive as religiosas, estão implicadas. É que existir, implica desde logo um compromisso. Implica escolher um lado. Ou melhor, a ilusão de que se escolhe um lado, porque na verdade, além de não se escolher nada, porque para lá se é empurrado, os lados não existem porque apenas há a omnipresença do poder do dinheiro, seja da pura especulação financeira, do tráfico de droga, do tráfico humano, de qualquer tráfico que dê lucro.
Agora que já estão quase prontos a dizer que talvez haja nisto alguma razão, varram-no para o esquecimento, o que dá o mesmo resultado dos que já disseram que o gajo é parvo.
Quem ainda vai morrer de tanto rir vai ser o nosso amigo Vladimir Putin.
Ah! Só para chatear mais um bocadinho. Sabem de onde vem a gasolina que gastam?
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