Ouvimos os discursos políticos, os discursos de “comentadeiros”, lemos títulos de jornais, lemos, ouvimos, vemos, psicopatas assassinos que raptam, violam, assassinam e são aplaudidos no nosso país e por essa Europa fora. Vemos psicopatas assassinos que se vingam de outros psicopatas assassinos matando indiscriminadamente assassinos e milhares de crianças que ainda não tiveram tempo de serem assassinos, mas que já têm história e razões suficientes para o serem. Vemos psicopatas assassinos que resolvem invadir, violar, assassinar, serem alvo de várias sanções que, entre outros resultados, propíciam um aumento de importação do gás do sancionado pelos sancionadores, num acto de perfeita coerência com a moral sempre vigente de que primeiro estão os interesses e depois a vida dos outros, tornando-se objectivamente apoiantes do que dizem não apoiar.
Vemos indigentes gritar pela paz e apoiar o agressor, gritando que o agredido deve parar de responder ao agressor e fazer a tal paz.
Entretanto outros psicopatas que que vivem da morte e vivem refastelados na sua segurança, continuam a fabricar armas cada vez mais sofisticadas que além das mortes directas, como em todas as guerras, matam pela destruição que deixa as vítimas sem comida, sem água, sem medicamentos. Promovem activamente, entre os sobreviventes, mais uma leva de assassinos que, sem outra esperança, hão-de continuar uma qualquer guerra, porque foi nela que nasceram, viveram e morrerão.
Os indigentes que fazem de conta que defendem a paz, não atacam as fábricas de armas, os traficantes que investem nessas mesmas fábricas, ou os bancos seus accionistas, ou o crime organizado, ou os políticos que defendem com unhas e dentes os seus nichos de mercado, que é como quem diz, a sua comissão, o seu tacho.
Não. Estes indigentes corajosamente atacam as mesquitas as igrejas cristãs, as judaicas. Atacam associações (muitas vezes realmente pacificas) de judeus, muçulmanos, cristãos. Explodem-se em mercados
Estes indigentes, incapazes de um pensamento crítico, de um pensamento um pouquinho mais complexo e honesto que o grito histérico, são, na prática os cúmplices activos da indigência que cresce a olhos vistos.
Pensar reflexivamente é preciso. Não o fazer é permitir que a indigência de políticos e opinadores de sofá levem a humanidade à extinção.
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